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7fev 2019

Como saber se o paciente está aderindo aos exercícios domiciliares prescritos?

Evidenciados por vários estudos, os exercícios físicos são considerados etapas fundamentais para o sucesso no tratamento de dores crônicas na coluna lombar. Dentro desta perspectiva, os profissionais da área de saúde recomendam aos seus pacientes a prática de atividades físicas, e passam vários exercícios específicos a serem realizados em casa, incentivando-os a terem autonomia no processo de recuperação através de exercícios fora do ambiente da clínica.  Porém, o terapeuta encontra grande dificuldade em acompanhar e saber sobre a adesão aos exercícios por parte de cada paciente orientado, e este acompanhamento, é de essencial importância para estabelecer programas de exercícios, assim como mudança de hábitos no estilo de vida.

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Neste sentido, os profissionais contam com uma ferramenta desenvolvida por pesquisadores de Londres (Faculty of Life Sciences & Medicine, King’s College London), padronizada e confiável que avalia a adesão ao exercício prescrito pelos profissionais.

“Exercise Adherence Rating Scale” – EARS: em português – Escala de avaliação de Adesão ao Exercício). Esta escala permite avaliar, através de 6 itens simples, o comportamento da adesão do paciente ao programa de exercícios proposto.

Para maiores informações e acesso à ferramenta segue contato do grupo de pesquisa em DOR – LabMovdor –  ligado ao Programa de Pós-Graduação em Reabilitação e Desempenho Funcional da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto – Universidade de São Paulo.

O LabMovDOR (projeto de mestrado da Dra. Mariana Romano de Lira) está trabalhando na adaptação e validação para o português brasileiro dessa escala.

Autores: Dra. Mariana Romano de Lira /Profa. Dra. Thais Cristina Chaves – https://labmovdor.com.br/participantes/

Fonte: https://labmovdor.com.br/

18jan 2019

Treinamento TechMec Maca 500z

Primeira edição de 2019!!!

Treinamento destinado à clientes TechMec que já possuem e/ou estão adquirindo o equipamento. Maiores informações pelos contatos abaixo:

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Rua Francisco Luiz Garcia, nº 52
Distrito Industrial II – Araras (SP)
CEP:13602-052
Fones: (19) 3541-6407 (19) 3541-5278

E-mail: contato@techmec.com.br

Convite Curso

23nov 2018

Usar o cérebro para mover um músculo

A fraqueza refere-se à perda da força do músculo, ou seja, as pessoas não conseguem movimentar um músculo normalmente apesar de tentar o máximo que podem. Contudo, o termo pode ser usado em excesso. Muitas pessoas com força muscular normal dizem que se sentem fracas quando o problema é fadiga ou quando o movimento é limitado por causa da dor ou rigidez articular. A fraqueza do músculo pode ser um sintoma de disfunção do sistema nervoso.

Para um indivíduo movimentar intencionalmente um músculo (chamado uma contração muscular voluntária), o cérebro deve gerar um sinal que percorre um caminho

  • Do cérebro
  • Por células nervosas no tronco cerebral e na medula espinhal
  • Por nervos da medula espinhal até aos músculos (chamados nervos periféricos)
  • Através da conexão entre nervo e músculo (chamada ligação neuromuscular)

Usar o cérebro para mover um músculo

Mover um músculo implica habitualmente uma comunicação entre o músculo e o cérebro, através dos nervos. O impulso para mover um músculo pode ser originado nos órgãos dos sentidos. Por exemplo, as terminações nervosas especiais da pele (receptore sensitivos) permitem que as pessoas determinem como algo é sentido, como quando sentem a textura de uma roupa ou procuram uma moeda no bolso dentre várias outras.

Essa informação é enviada ao cérebro e este envia uma mensagem ao músculo sobre como responder. Esse tipo de troca envolve duas vias de nervo complexas:

  • Via do nervo sensitivo ao cérebro
  • Via do nervo motor ao músculo

cerebor mover musculo

  1. Quando receptores sensitivos da pele detectarem uma textura ou forma, transmitem um impulso (sinal) em direção ao cérebro.
  2. O impulso viaja, ao longo de um nervo sensitivo, até a medula espinhal.
  3. O impulso cruza uma sinapse (a junção entre duas células nervosas) entre o nervo sensitivo e a célula nervosa, localizado na medula espinhal.
  4. O impulso cruza desde a célula nervosa na medula espinhal até o lado oposto.
  5. O impulso é enviado à medula espinhal e pelo tronco cerebral até o tálamo, que é um centro de processamento para informações sensoriais localizadas profundamente no cérebro.
  6. O impulso cruza uma sinapse no tálamo até as fibras nervosas que transportam o impulso até o córtex sensitivo do telencéfalo (a área que recebe e interpreta as informações dos receptores sensitivos).
  7. O córtex sensitivo percebe o impulso. Uma pessoa pode então decidir iniciar o movimento, que aciona o córtex motor (a área que planeja, controla e executa os movimentos voluntários) até gerar um impulso.
  8. O nervo que conduz o impulso cruza para o lado oposto, na base do cérebro.
  9. O impulso é enviado para baixo até a medula espinhal.
  10. O impulso cruza uma sinapse entre as fibras nervosas na medula espinhal e um nervo motor, localizado na medula espinhal.
  11. O impulso se desloca para fora da medula espinhal pelo comprimento do nervo motor.
  12. Na junção neuromuscular (onde nervos se conectam em músculos), o impulso passa do nervo para a placa motora terminal do músculo, onde se estimula o movimento do músculo.

Além disso, a quantidade do tecido muscular deve ser normal, e o tecido deve ser capaz de se contrair em resposta ao sinal nervoso. Portanto, a fraqueza verdadeira ocorre somente quando uma parte dessa via – cérebro, medula espinhal, nervos, músculos ou as conexões entre eles – é danificada ou está doente.

A fraqueza pode surgir de forma gradual ou repentina. Ela pode afetar todos os músculos no corpo (chamada fraqueza generalizada) ou somente uma parte do corpo. Por exemplo, dependendo de onde a medula espinhal é lesionada, doenças da medula espinhal podem causar fraqueza somente nas pernas.

Os sintomas dependem de quais músculos são afetados. Por exemplo, quando a fraqueza afeta os músculos do peito, a pessoa pode ter dificuldade para respirar. Quando a fraqueza afeta os músculos que controlam os olhos, a pessoa pode ter visão dupla.

A fraqueza muscular completa causa a paralisia. A pessoa pode apresentar outros sintomas dependendo do que está causando a fraqueza. A fraqueza muitas vezes é acompanhada por anormalidades como zumbido, uma sensação de picadas e dormência.

 

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